sábado, 6 de novembro de 2010


       Não posso deixar que mudem isso em mim.
Não!
      Acredito no antigo, sou novo mais posso parecer retrô.
      Pois acredito que quando agente quer o outro para construir uma vida, um matrimônio que seja, nos entregamos ao outro de corpo e de alma, damo-nos ao outro e fazemo-nos um só com ele. E são essas as palavras que se ouve em um casamento retrô, não é?
      Amar o outro como a ti mesmo, mandamento de Jesus, e fazer um só corpo, uma só carne com tua esposa é outro.
      Amar pra mim é simplesmente se atirar de cabeça em um penhasco sem medo de ser feliz fazendo o outro feliz e recebendo em dobro.
      Porque se quiseres ser feliz fique solteiro, e se quiseres fazer alguém feliz case-se.
      Casar é ser um só com alguém.
      Amor é comunhão, amor é se dar por inteiro.
        Ver duas pessoas que se amam por mais de 20 anos é um caso raro, você pode acreditar ou não em um amor desse tipo. Eu sempre vou teimar, sempre vou insistir no que busco, busco um alguém que viva o amor dessa forma, que pense que ser um só com o outro não é coisa do passado, nem que dê mais valor a si do que ao outro.
         Como um ligeiro comentário que extrai em um blog.
   Tenho 45 anos, e sou apaixonado pela minha esposa há 23 maravilhosos anos. Parece que foi ontem que a conheci, e o tempo que passo ao lado dela me leva à outra dimensão. Costumo dizer que vivemos na batida do relógio, se ela faz tic, eu faço tac... E assim vivemos nossa história.

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